São Paulo exige prisão dos vândalos que emboscaram seu ônibus

A violência da pedradas afetou a lataria do ônibus. Pedras, canos e rojões

A violência da pedradas afetou a lataria do ônibus. Pedras, canos e rojões
São Paulo

São Paulo, Brasil

Foi uma cena que lembrava ataque terrorista.

Das que passam em filmes.

Mas só que era verdadeira.

Era cerca de 17h40, quando o ônibus que levava os jogadores São Paulo para o Morumbi, onde jogariam com o Coritiba, chegou debaixo da ponte Euzébio Matoso, na Marginal Pinheiros.

Foi o local combinado para cerca de 20 vândalos agirem.

Dariam ‘a resposta’ pela decadência do time de Fernando Diniz.

Usaram pedras, pedaços de canos e rojões foram as armas escolhidas.

Eles saíram por trás da ponte.

E começaram a jogar as pedras e pedaços de cano.

Além de dispararem rojões em direção ao ônibus.

14 homens foram detidos pela Polícia Militar. Embaixo deles, as armas contra o ônibus

14 homens foram detidos pela Polícia Militar. Embaixo deles, as armas contra o ônibus
Polícia Militar

Com muito medo, os jogadores deitaram no piso do veículo.

Uma pedra teria passado muito perto de Brenner.

A lataria amassada em vários pontos demonstravam a selvageria.

Ninguém se feriu por pura ajuda do destino.

A Polícia Militar foi chamada imediatamente.

E soldados agiram de forma eficaz.

Prenderam 14 pessoas acusadas de vandalismo.

A Polícia Militar promete investigar a fundo o ataque.

E quer responsabilizar de maneira dura, drástica e inédita a emboscada.

Já descobriu algo muito estranho.

O trajeto do ônibus foi mudado, não seguiu o caminho costumeiro, para fugir de protestos.

Mas mesmo assim, os vândalos agiram.

Ficaram sabendo da alteração.

A PM quer saber como esta informação vazou.

Se foi dentro do próprio São Paulo.

A PM já trabalha com a hipótese de que todos sejam membros de organizadas.

Busca confissões porque os 14 não estavam com camisas das torcidas do São Paulo.

Estratégia que a polícia já identificou em protestos de várias organizadas pelo Brasil.

Julio Casares e membros da diretoria do São Paulo ficaram revoltados.

E o presidente resolveu que o clube cobrará as autoridades.

Quer os vândalos responsabilizados criminalmente. Ou seja, presos.

“O clube não medirá esforços para que os autores de tamanha atrocidade sejam responsabilizados. Na condição de representante do nosso São Paulo, farei tudo a meu alcance para que casos como esse não se repitam”, publicou o clube em nota oficial.

“Para isso, já determinamos à Câmara Setorial de Segurança, na figura do Doutor Luís Lanfredi, que acompanhe os desdobramentos com afinco e proporcione às autoridades todo o suporte necessário que cabe ao clube”, está no texto assinado por Casares.

Fernando Diniz e os atletas ficaram abalados.

Combinaram não ‘comprar briga’ pela imprensa com esses violentos vândalos.

Mas o clima de tensão dominou os atletas antes do empate com o Coritiba.

Tiago Volpi era o mais revoltado ao chegar no Morumbi, com o ônibus danificado.

A diretoria avisou ao time e à Comissão Técnica que a segurança dos atletas será reforçada até o final do Brasileiro.

Mas o medo prevalece.

A PM confirma que desarmou explosivos que estavam debaixo da ponte.

E só não foram usados porque o ônibus passou muito rápido, de acordo com policiais.

Daí a diretoria do São Paulo exigir a punição destes vândalos.

Para coibir que outros sigam o exemplo do que aconteceu ontem.

A PM promete investigar a fundo a possível participação de organizadas.

O que aconteceu com o ônibus do São Paulo foi grave demais.

Jogadores, Comissão Técnica poderiam ter se machucado gravemente.

Situação intolerável…

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