Comitê Paralímpico renova por mais um ano com a Caixa por R$ 24,7 milhões

O Comitê Paralímpico Brasileiro anunciou nesta quarta-feira, 26, a renovação do patrocínio com a Caixa Econômica Federal por 12 vezes. O valor do ano acordo é de R$ 24,7 milhões. Os recursos para a formação de atletas virão do Fundo de Desenvolvimento das Loterias (FDL) e vão beneficiar mais de 26 mil atletas em todo o País, desde o esporte de base até o alto rendimento.

“O CPB e a Caixa formam uma parceria de sucesso há quase duas décadas e ficamos muito felizes com a renovação do vínculo. É parte inexorável da história do Movimento Paralímpico brasileiro, pela enorme contribuição no desenvolvimento do esporte para pessoas com deficiência no Brasil. Juntos, acumulamos vitórias nos campos, pistas, arenas, piscinas e quadras do mundo inteiro. Uma relação sólida e duradoura que certamente continuará por muito tempo sendo vitoriosa não só para a Caixa e para o CPB, mas para a causa das pessoas com deficiência deste país”, destacou Mizael Conrado, bicampeão paralímpico de futebol de cinco (para cegos) em Atenas 2004 e Pequim 2008, e atual presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro.

A renovação de patrocínio abrange 11 modalidades: atletismo, basquete em cadeira de rodas, bocha, futebol de 5, goalball, halterofilismo, judô, natação, tênis de mesa, tiro esportivo e vôlei sentado. E prevê a ampliação da atuação do CPB em todas as regiões brasileiras, com atividades em todas as unidades da federação.

O presidente do banco, Pedro Guimarães, comemorou o acordo. “A Caixa tem forte identificação com o esporte paralímpico e está presente em inúmeros projetos voltados para pessoas com deficiência, incluindo nossa proximidade com as Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae). Já são 18 anos de história da Caixa com o Comitê”, ressalta.

A parceria que vem desde 2003 gerou o total de R$ 271,3 milhões em patrocínio. Nesse período, que contempla quatro edições de Jogos Paralímpicos, foram conquistadas 195 medalhas e o Brasil subiu 24 posições no ranking paralímpico, de 14º em Atenas 2004 à 8ª colocação nos Jogos Rio 2016.

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