Brasil tem cinco casos de Covid a dias da estreia no Mundial de handebol

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A Seleção Brasileira masculina de handebol teve cinco baixas por Covid-19 às vésperas da estreia no Campeonato Mundial, que começa nesta quarta-feira e vai até o dia 31, no Cairo, no Egito. Somente um é jogador, o goleiro Ferrugem. Os demais são membros da comissão técnica.

A equipe verde e amarela está desde o dia 28 de janeiro em Rio Maior, em Portugal, em um estágio de treinamento organizado pelo Comitê Olímpico do Brasil (COB). O local tem recebido diversos atletas brasileiros durante a pandemia. Para o lugar de Ferrugem, a comissão técnica convocou Bombom, do Toulouse, da França. Os contaminados permanecerão em quarentena.

“A Confederação Brasileira de Handebol (CBHb) informa que cinco integrantes da seleção masculina de handebol, em preparação para o Mundial do Egito, apresentaram resultado positivo para COVID-19 em exame PCR realizado no último dia 6, em Rio Maior (Portugal).

Assintomáticos, um atleta e quatro membros da comissão técnica se encontram isolados do restante da delegação desde então e, seguindo os protocolos determinados pelas autoridades locais, permanecerão assim por 14 dias, quando serão novamente testados.

Devido aos casos positivos registrados e visando preservar a saúde de todos os profissionais envolvidos na preparação, os demais integrantes passaram por novo PCR antes do embarque para o Cairo, em 13 de janeiro”, disse a CBHb.

O Brasil estreia no Mundial na sexta-feira, às 14h (de Brasília), contra a Espanha. O time terá ainda pela frente no grupo Polônia e Tunísia. Os três melhores avançam à segunda fase e carregam os resultados da primeira fase. O embarque deve acontecer somente na quarta-feira, após novos exames.

A Seleção já havia sofrido dois desfalques por lesão: Matheus Francisco e Gabriel Ceretta. Guilherme Borges e José Luciano foram chamados para seus lugares.

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