Estudante de Medicina da USP dá dicas para a Fuvest

Após três anos de estudo, Mario passou em Medicina na USP

Após três anos de estudo, Mario passou em Medicina na USP
Arquivo Pessoal

Mario Nicolau Silva Gomes estudou toda a vida em escola pública na cidade de Passos, interior de Minas Gerais. Com o sonho de ingressar em Medicina na USP (Universidade de São Paulo), o jovem estudante veio para a capital paulista para fazer cursinho e se debruçou nas apostilas e livros por três anos. No 2º da faculdade, Mario dá dicas para os estudantes que vão encarar a primeira fase do vestibular da Fuvest neste domingo (10).

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Medicina é o curso mais concorrido na USP e, neste ano, de acordo com informações divulgadas pela Fuvest, são 154,6 candidatos por vaga em São Paulo. E a Fuvest é um dos vestibulares mais disputados do país.

“Quando fiz a prova pela primeira vez, eu percebi que não tinha base suficiente para ingressar em Medicina”, conta. “No primeiro ano de cursinho, estudava todas as matérias, depois fui pegando experiência e selecionando melhor o que estudar.”

A técnica de estudo usada por Mario foi observar as matérias que tinha mais dificuldade para melhorar. “Fazia provas antigas e via onde errei, daí refazia o exercício e tirava dúvidas com os professores, assim fui construindo o meu aprendizado”.

Trote com os amigos em Minas

Trote com os amigos em Minas
Arquivo Pessoal

Para esta primeira fase, Mario dá algumas dicas que podem ajudar os candidatos. A primeira é usar a estratégia de começar pelas matérias de afinidade. “No geral, o estudante já treinou para isso ao longo do ano, é só colocar em prática, fazer as questões mais fáceis primeiro para ganhar tempo para as mais complexas”.

“Outro aspecto importante é administrar o tempo, temos três minutos para cada questão, mas algumas levam um minuto e outras cinco, por isso é importante ficar atento ao relógio e fazer o que tem facilidade primeiro”, avalia.

Para a prova, pela experiência dos anos de cursinho no Anglo, Mario aposta que em Biologia devem cair questões de fisiologia humana e de zoologia.

“Acredito que a covid pode aparecer nas questões de Biologia como também em Geografia, assim como assuntos de atualidades”, conclui. 


Arte R7

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